terça-feira, 3 de janeiro de 2006
A cidadela sitiada
segunda-feira, 2 de janeiro de 2006
A definição de uma alma
Adivinha quem vem jantar?
Um tiro às escuras
A referência vem aqui, num artigo sobre a adaptação ao cinema de histórias previamente contadas em livro. Uma das graças é que «no livro as imagens são sempre melhores do que no cinema». Mas o que me ficou foi a menção a Tchekov, quando, a propósito ainda do teatro, dizia, a propósito dos tempos cénicos, que se há uma arma na primeira cena, ela tem que ser disparada na segunda. A atentar em algumas peças de teatro, o risco é serem disparadas sim, mas da plateia sobre o palco. O mesmo se diga do cinema, mas com menos sucesso.
Um homem em fuga
domingo, 1 de janeiro de 2006
Dias assim
sábado, 31 de dezembro de 2005
O beneficente consolo
sexta-feira, 30 de dezembro de 2005
Elixir capilar
quinta-feira, 29 de dezembro de 2005
Na imensidão de um muro
quarta-feira, 28 de dezembro de 2005
Uma língua que ecoa
O lugar de toda a gente
terça-feira, 27 de dezembro de 2005
Vocês, vejam lá!
segunda-feira, 26 de dezembro de 2005
Prognóstico reservado
A lenda dos malvados
Enleante cuidado
domingo, 25 de dezembro de 2005
Amar
A estrada
sábado, 24 de dezembro de 2005
Os limites da compreensão
De vésperas
segunda-feira, 12 de dezembro de 2005
Sabina Freire
O acaso persistente
domingo, 11 de dezembro de 2005
E é melhor nem pensar!
Florbela: conhecer-me!
Eu sei que esta semana fez anos que nasceu a Floberla Espanca, que nasceu em Dezembro e em Dezembro quis morrer. Hoje, já longe da data, tenho comigo apenas um livro de contos que ela escreveu e peço-lhe ajuda para poder ter algo de digno a dizer. É pena, porque como disse a Ivette Kace Centeno, que prefaciou uma sua edição, «incomoda nos contos o fácil dos estereótipos». Mas nem tudo é mau neste momento residual de lembrar a tragédia de uma vida. É que nesse livro e nesse «prefácio», que melhor se chamaria de introdução, é lembrado um momento do seu «Diário do Último Ano» aquele em que Florbela configura a eventualidade de, quando enfim morrer, alguém ler aqueles seus «descosidos monólogos» e assim «realize o que eu não pude: conhecer-me». Por mim tentei, sem ser capaz e vim aqui dizê-lo, assim alguém me ajude.
sábado, 10 de dezembro de 2005
Demência, Majestade!
quinta-feira, 8 de dezembro de 2005
A voz, o som, as cores
P. S. Hoje lembrei-me. E «Som da Frente» onde, pelo menos para mim, tudo começou?