quinta-feira, 5 de abril de 2007
A sombra
domingo, 25 de março de 2007
A hora perdida
segunda-feira, 19 de março de 2007
O dia do pai
domingo, 18 de março de 2007
Confissões estúpidas de uma estupidez!
quarta-feira, 14 de março de 2007
O preciso
sábado, 10 de março de 2007
O desejo de ler
quinta-feira, 8 de março de 2007
Volta meu cavalo alazão
domingo, 4 de março de 2007
Tempo afectuoso
sábado, 3 de março de 2007
Uma vida debalde
Ridícula talvez, de amor seguramente, esta carta, a pedir ao tempo que passe e a ela que soubesse ao menos como amá-lo.
P. S. Já tinha escrito isto hoje ao começo da manhã quando li no livrinho «Aspectos críticos da língua portuguesa», de Sandra Duarte Tavares, leitura de sábado, obra minúscula que cabe num canto da pasta, que não existem na língua portuguesa palavras que contenham dois acentos, pelo que se escreve «bebé» e não «bébé». Atenção, porém! O «til», explica-se no mesmo trabalho, não é um acento gráfico mas uma marca de nasalidade, indicando ditongos ou mesmo só vogais anasaladas e por isso mesmo se escreve «bênção» e não «benção». Abençoada língua esta em que, por melhor que se tente, se está sempre errado, mesmo que seja a falar da Ofélia «Queiroz» ou será «Queirós»?!
quinta-feira, 1 de março de 2007
De que cor é sentir?
sábado, 24 de fevereiro de 2007
O leitor incessante
quinta-feira, 22 de fevereiro de 2007
A vida obrigatória
quarta-feira, 21 de fevereiro de 2007
A biblioteca itinerante n.º 17
terça-feira, 20 de fevereiro de 2007
O café dos livros abandonados
domingo, 18 de fevereiro de 2007
O medo de me surpreender
domingo, 21 de janeiro de 2007
Alucinado
quinta-feira, 18 de janeiro de 2007
A próxima vez
sexta-feira, 12 de janeiro de 2007
Alma comburente
sábado, 6 de janeiro de 2007
O legado de Hemingway
Neste seu estudo o ilustre médico pergunta-se, entre outras coisas, se não teria sido o tratamento que lhe foi instituído para debelar a hipertensão a causa da depressão que o liquidou.
Interessante exercício necrológico, autópsia sobre a morte surpreendente, eis a medicina que salva, a medicina que mata.
O livro chama-se «Hemingway, o seu último legado». O legado, a sua dádiva, teria sido morrer, pois ante isso «redobrou-se a atenção clínica para uma mais cuidadosa avaliação e prevenção dos efeitos colaterais dos fármacos» usados no seu caso. Em nome dos que ainda não fomos mortos pela cura, obrigado, pois, «Papá».